quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Coisas que vi: Um Dia


Gente hoje é dia de indicar e indicar né? Postei mais cedo "Melhores coisas da vida" e agora vou falar de um filme que vi.

"O que quer que aconteça amanhã, tivemos o hoje." (Um dia)



Sou fã de dramas. Sério, fã mesmo. Adoro filmes chorões e que me deixe pensativa por dias, semanas e até meses. Já faz um tempo vi um filme chamado "Um Dia" que fala de um casal que passa a vida se encontrando e se perdendo. É muito lindo e que me fez pensar MUITO (deu medinho).

"Veja, está tudo bem. Talvez possamos ser amigos." (Um dia)



Gostaria muito de contar o filme pra vocês, mas não poooosso. Até posso né? Mas melhor não... O filme se passa em Londres (Adoro esse sotaque), foi baseado em um livro (que me contaram que é sumpimpa também), e tem dois atores que estão no meu S2 forever: Anne Hathaway (Emma) e Jim Sturgees (Dexter)...

"Escuta. Nada bom vem fácil." (Um dia)

Enfim, VEJAM O FILME!!! Segue o Trailler (AMO TRAILLERS!!!)



"O futuro nunca é. E isso que o faz tão incrível. É encontrar alguém que te ame de verdade." (Um dia)

Melhores Coisas do Mundo: Café com Leite em Pó





Hoje entra pras melhores coisas do mundo o CAFÉ COM LEITE EM PÓ. Sim, em pó. Eu amo café com leite, mas depois da minha dieta passei a amar café com leite em pó, já gostava antes, mas não como agora. Todo dia eu tomo café com leite em pó, não posso tomar leite integral ou semidesnatado, só posso o desnatado mesmo. E como todos parecem uma água suja não tomo mais. Por conta disso resolvi optar pelo em pó que da um consistência um pouquinho melhor. Por isso o café com leite em pó desnatado.

Ah! Ainda amo muito o café com leite tradicional que já faz parte da minha lista fora do blog e logo mais coloco ele oficialmente na lista do blog.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Incondicionalmente


Incondicional.
Nenhuma palavra pode definir esse sentimento. Ele é assim, incondicional, que mesmo que brigue (e briga) e a raiva e ódio apareçam , logo o que é ruim vai embora e a saudade brota. E por mais que se afaste e tente esquecer, logo o sentimento volta. E mesmo que zangue e mesmo que machuque ele faz bem e parece completar tudo.
Porque sim, não importa a tempestade e o tamanho do grito. Aquele sentimento, esse sentimento, volta.
Porque tudo que é essencial é o amor, e este é incondicional e imenso. Porque tudo que é essencial é você, e este é o imperfeito mais perfeito entre os imperfeitos. Por isso, e por aquilo, e por mais um monte de coisas que nem sei explicar, que eu digo que amo você incondicionalmente!
Incondicionalmente.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Coisas que li: O Livro dos Espíritos e Caminho, Verdade e Vida

Meus livros...  Ambos comprados em Sebo!

"Nenhum conhecimento é inútil!" Essa frase é do "O Livro dos Espíritos" Do Allan Kardec. Li esse livro ano passado e fiquei espantada (sério mesmo)com o quanto gostei dele.

O livro fala sim da doutrina espirita, mas mais que isso te passa uma visão geral de como as coisas funcionam. Pra quem não sabe fui criada na religião católica  mas sou agnóstica.  Acredito que como não existem provas de que não existe e/ou existe não tem porque não acreditar... Sim, eu acredito em quase tudo. Porém não sou religiosa. Logo, não sou contra ou a favor de religião nenhuma, respeito e pronto.

Mas enfim, não to aqui pra falar de religião. Vim pra indicar esse livro e mais um que terminei faz uns dias, e que também é aquele tipo de livro que você volta e lê trechos um bilhão de vezes porque sempre parece te ensinar alguma coisa. Esse é do Chico Xavier e se chama "Caminho, Verdade e Vida". O livro explica certos versículos da Bíblia e como disse antes sempre ensina mais alguma coisa. Então compra, pede de presente, vai no sebão ou sei la... Mas coloca ali pertinho de você, e leia sempre!

Meu "O Livro dos Espíritos" é tão velho, que to aceitando de presente uma edição mais recente... :p

Espero que tenham gostado das dicas e quem leu conta ae o que achou nos comentários...

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Bons Sonhos



Hoje só quero te dar "bom dia"
Bom dia pra sorrir
Bom dia pra cantar
Bom dia pra dançar
Bom dia pra trabalhar (?)
Bom dia pra viver...

Mais tarde quero te dar "boa tarde"
Boa tarde tomar aquele sorvete
Boa tarde pra ouvir aquela música
Boa tarde pra sentir aquele abraço
Boa tarde pra sorrir o melhor sorriso
Boa tarde pra viver...

E ainda mais tarde que a tarde quero lhe dar "boa noite"
Boa noite pra ver aquele filme (é esse mesmo que a gente não acha)
Boa noite pra ver a lua quase cheia
Boa noite pra sentir saudade
Boa noite pra ouvir "te amo"
Boa noite pra viver...

E então lhe dizer "bons sonhos"...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

É só um pedido...




Me perdoa por ser tão inconstante e irritante
Por cometer erros que poderiam ser evitados tão facilmente
Por deixar que as brigas aconteçam e causar muitas delas
Por tentar sempre amenizar as coisas e desviar os assuntos
Por pedir tantas desculpas, mesmo zangada
Por guardar sentimentos que deveriam ser expostos
Por expor sentimentos que deveriam ser guardados
Por não conseguir falar tudo
Por não conseguir me calar
Me perdoa por ser tão burra tantas vezes
Por guardar a minha raiva e por as vezes não guardar
Por não saber medir até onde posso ir
Por fazer loucuras e por deixar de fazê-las
Por não ser como você gostaria
Por não ser como eu gostaria
Me perdoa por escrever sempre tantas coisas sobre você
Por guardar tantos textos que são pra você
Por te perturbar com isso
Por mexer com você
Por sempre fazer piada na hora errada
Por ser ciumenta e grudenta
Por querer destruir o Acre
Me perdoa por desejar que dê tudo certo
Por querer sempre gritar que te amo
Por ser doida por ti
Por ser maluca
Perdoa?

Ps.:  Se perdoar te faço geladinho de nutella!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Coisas que Li: O Mundo de Sofia


Da série livros que li e não gostei (ou melhor, gostei mais ou menos) entra "O Mundo de Sofia". Nesse momento deve ter um milhão de pessoas me chamando dos nomes mais feios porque disse que não gostei, mas a verdade é que deixou a desejar. Achei a ideia muito inteligente e a historia tinha tudo pra ser ótima, mas o autor bagunçou ela toda. Mas bagunçou como? (Se você não leu e acha que um dia vai ler, não continue o post).

Meu interesse pelo livro acabou no momento em que ela encontrou com o seu "professor". Gente eu fiquei decepcionada, juro que fiquei. Aquele barato das cartas era um máximo. E o cara acaba com ele antes do meio do livro. Porém! O livro é muito legal pra quem tem interesse em conhecer a historia da filosofia, ele passa por todos os momentos filosóficos da historia, e isso é MUITO LEGAL, e por isso eu continuei o livro até o fim. Posso dizer para vocês que o final também foi muito inteligente e eu gostei muito, só que eu já sabia o final no meio do livro, porque o autor não soube manter o suspense. Logo o motivo de eu não ter gostado foi mesmo culpa do autor que não soube, infelizmente, manter a historia fluindo naturalmente. Querem uma nota? De 0 a 10 dou 6. Valeu a leitura para conhecimento geral, porém a historia teve MUITAS falhas.

Ps.: Lembrando que isso é só uma opinião minha, não sou crítica de livro e nem filósofa.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Frase

Odeio quando esse tipo de coisa acontece - como quando uma frase é formada e quando você vai escrever ela se perde e se desmonta na sua mente. E aí você fica por horas procurando por ela. Escreve uma, duas, três, mil e a bendita não aparece. É assim que tantos dos meus textos são criados, procurando por uma frase tão lancinante e enebriante que só podia existir aqui mesmo, na minha mente, e como minha mente as vezes me engana não fica difícil usar de outras frases pra compor meu texto. O bom é que independente do quanto a minha cabeça pregue peças com as frases e palavras, ainda assim a frase sempre volta a aparecer, e as vezes ela que poderia ser só mais uma frase, ou então o inicio de um texto, passa a ser colocado no fim, ou no meio. Então a frase que iniciou o texto, como essa nesse caso, acaba por fim sendo o final da mesmo. Isso era só pra explicar como eu escrevo. Não é dom, são palavras e sentimentos que acabam por surgir, assim do nada, ou de mim, e precisam ser colocados em forma de palavras. Eu não sou boa com palavras, ou melhor com expressões de mim. Então eu escrevo. Lembrei:

"Saber que sorriu me fascina tanto que passo a querer viver só para seu sorriso!"

Acho que dessa pode surgir outro texto cheio de amor.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Já não sei o que dizer e nem como dizer. Só sei que sinto. Ouvindo aquelas músicas cheias de coisas sobre você, as vezes tem coisas que nem sei se são sobre você, mas pra mim é como se fosse. E vejo um quadro, desses que as pessoas dizem ser contemporâneos e não entendo chongas. Confesso, não sou boa com interpretações de quadros. Mas por mais borrados que sejam os borrões eu ainda te vejo ali pintado. Se tiver verde e azul então, você fica ainda mais claro. Nítido deixa o quadro, o meu coração. E quando leio algo, sempre penso em como séria sua reação lendo a mesma coisa, imagino que gostaria de ler o que estou lendo agora. Mas espera! Agora eu só estou me lendo, ou te lendo, afinal estou escrevendo você. E quando risco o traço do lápis eu sempre penso num desenho, as vezes acho que deveria voltar a desenhar. Mas escrevo e descrevo meu amor por ti. E quando penso que talvez não me veja, ou não veja o que fiz pra ti meu coração chora. Por que é assim que tem que ser, a inspiração assistindo o que o inspirado fez para que fostes presenteado. É por isso que escrevo, para abrir meu peito para que meu coração grite sem medo o teu nome. Meu coração. Tão choroso as vezes e tão impulsivo sempre. Ele não sabe mais pulsar anonimamente, agora ele carrega nome e frases e coisas entre suas batidas descompassadas. E as vezes canta, canta aquelas canções tão lindas, desafinado, as vezes sonolento. Coração desafinado, descompassado, sonolento e que ao ouvir sua inspiração pula, saltita e acorda ele e quem mais estiver por perto. Meu coração é barulhento, não sabe amar calado. Precisa explodir meu peito, gritar e chamar seu nome. Meu coração é maluco, mas maluco por ti... Ou doido, doidinho, mas por ti. É por você cada TUM TUM TUM... E é pra você cada "Eu te amo!"

Desejo e Reparação (2009)


Hoje abri um livro velho e caiu um texto que fiz sobre um filme que fala de inveja e ódio, e ao mesmo tempo de arrependimento. Não vou contar o filme, é um filme muito bom e que merece ser visto: Desejo e Reparação. Quem puder assiste. Enfim voltando ao texto, eu o escrevi num bloco que usava no trabalho (na época eu era instrutora num curso em Rio das Ostras). Escrevi uma espécie de resenha do filme só porque eu tava atoa em casa e o bloco tava ali papando mosca. Acontece que na hora de dar aula eu rasguei a folha do bloco e guardei no livro do Harry Potter e o Cálice de Fogo. Ontem a noite achei. Então fiquei surpresa com a raiva que descrevi os sentimentos controversos da personagem e resolvi postar aqui antes de jogar o texto fora. É um fragmento de texto ok? Mas é que o resto é só sobre o filme e não tem graça nenhuma. Já o fragmento ficou forte, triste e pesado. Espero que gostem, porque eu não sou muito de escrever assim não... Ta aí.


Desejo e Reparação.

"Gostaria de inflar o ego daqueles que não me querem bem, dos que me invejam e me perseguem. Quero inflar e declamar o ódio, a mágoa e o rancor. Triste né? Pois é... Triste...
Gostaria de agradecer a todos que me desprezam, e se enojam com meus sorrisos. Por vocês ele acaba por adoecer vez em quando.
Quero supor a raiva e a dor causada por aqueles que me rodeiam com lamentações infundadas de nada e por ninguém e ao que me ver triste comemora, e ao que me ver sozinha festeja a minha solidão e lágrimas.
Apenas isso... Raiva, ódio e todo o podre da terra. É isso que desejo que morra... Do resto e para o resto. Sorrisos!"

(Dezembro, 2009)

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Yesterday





Saudade... Saudade dos tempo em que eu tinha 12 anos. Eu apagava as luzes da varando e ia deitar no gramado, ficar vendo o céu e contando estrelas. Sinto falta disso.
Sinto falta da época em que minha única preocupação era chegar em casa antes de chaves, correr o mais rápido possível de bicicleta, escolher a goiaba sem bicho no pé. Sinto falta do cheiro da minha casa, daquela quantidade absurda de bichos de pelúcia que tomavam conta da minha cama, que pra dormir era meia hora só tirando tudo, as vezes eu nem dormia nela só pra não ter que tirar os bichos de la. Sinto falta da minha mesa de caixote, que eu mesma fiz só no prego... Era tão legal aquela mesa... Caixote de banana sujo, mas era minha, eu tinha feito. Sinto falta dos meus cadernos, que hoje em dia estão enterrados ou queimados em algum lugar. Sinto falta deles. Sinto falta do sofá, da cama de mola, da Xulinha. Quando eu fui embora ela correu tanto atrás daquele carro, mesmo assim a gente foi embora e ela ficou. Sinto falta do colo do meu pai, da marca do copo na varanda, sinto falta dos discos. Tinha que sempre arranhava, ficava parado no mesmo lugar, e ele sempre pediu pra que um de nós fossemos lá e mudássemos tudo. Sinto falta daquela cadeira encostada no canto. Depois que ele foi embora a marca da cadeira ficou, a marca do copo, o cinzeiro. Sinto falta daquela rede, ali era tão gostoso. Mas só era gostoso mesmo porque a gente tava junto, tava todo mundo junto. A vida não doía naquela época... Sinto falta disso... Sinto falta da época que a vida não doía...




Ps.: Essa música era sempre ouvida pelo meu pai, porém após sua morte, eu simplesmente não consegui ouvir mais... Nem ao menos para adicionar ao post. Se por acaso o vídeo tiver cagado, ou com outra música, desculpa ae...

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

2013

ler mais 
escrever mais
estudar mais
ver mais filmes
sair menos 
fazer mais coisas do dia
dormir mais cedo
acordar mais cedo
praticar mais esportes 
beber menos
comer melhor
juntar dinheiro
agradecer mais
ser menos arrongante
ser menos crítica
fazer o bem
me abrir mais (com quem merece)
cortar invejas
falar menos sobre o que não interessa
falar mais sobre o que interessa
dançar mais
ficar mais comigo
ser mais eu
estar presente
aprender mais
ouvir mais 
sorri mais 
iluminar mais
errar menos
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